sábado, 31 de julho de 2010
Concurso premia melhores projetos de economia verde
Já estão abertas as inscrições para o 1º Concurso de Ideias e Projetos Economia Verde, que premiará as iniciativas que apresentarem as melhores propostas para a redução da emissão de gases de efeito estufa nas atividades empresariais do Estado de São Paulo.
O concurso foi criado com a intenção de contribuir para o alcance da meta proposta na Política Estadual de Mudanças Climáticas, sancionada em novembro do ano passado pelo então governador José Serra com a promessa de reduzir em 20% as emissões de poluentes de São Paulo até o ano de 2020, com base nos dados de 2005 (saiba mais em São Paulo institui política estadual).
Pessoas com o segundo grau completo e empresários de companhias de pequeno e médio porte do Estado de São Paulo podem participar do concurso e se inscrever em uma das duas categorias do prêmio, até o dia 31 de agosto. São elas:
– iniciativas propostas por pessoas físicas, em que os ganhadores receberão até R$ 10 mil e
– iniciativas propostas por empresas, cuja premiação é de até R$ 25 mil.
Todos os projetos enviados para o concurso, que está sendo promovido pela Agência de Fomento Paulista/Nossa Caixa Desenvolvimento, serão avaliados por uma comissão de profissionais da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e da Cetesb. As melhores iniciativas serão encaminhadas para uma nova comissão – formada pelos especialistas em desenvolvimento sustentável da USP Jacques Marcovith, José Goldemberg e Ricardo Abramovay –, que elegerá os projetos vencedores do concurso.
Os interessados em participar podem acessar o edital do concurso.
1º Concurso de Ideias e Projetos Economia Verde
Inscrições até 31 de agosto
Leia também:
Especial Perspectivas 2010 – O Ano Zero da Economia Limpa
Especial Brasil Num Mundo de Baixo Carbono
Já estão abertas as inscrições para o 1º Concurso de Ideias e Projetos Economia Verde, que premiará as iniciativas que apresentarem as melhores propostas para a redução da emissão de gases de efeito estufa nas atividades empresariais do Estado de São Paulo.
O concurso foi criado com a intenção de contribuir para o alcance da meta proposta na Política Estadual de Mudanças Climáticas, sancionada em novembro do ano passado pelo então governador José Serra com a promessa de reduzir em 20% as emissões de poluentes de São Paulo até o ano de 2020, com base nos dados de 2005 (saiba mais em São Paulo institui política estadual).
Pessoas com o segundo grau completo e empresários de companhias de pequeno e médio porte do Estado de São Paulo podem participar do concurso e se inscrever em uma das duas categorias do prêmio, até o dia 31 de agosto. São elas:
– iniciativas propostas por pessoas físicas, em que os ganhadores receberão até R$ 10 mil e
– iniciativas propostas por empresas, cuja premiação é de até R$ 25 mil.
Todos os projetos enviados para o concurso, que está sendo promovido pela Agência de Fomento Paulista/Nossa Caixa Desenvolvimento, serão avaliados por uma comissão de profissionais da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e da Cetesb. As melhores iniciativas serão encaminhadas para uma nova comissão – formada pelos especialistas em desenvolvimento sustentável da USP Jacques Marcovith, José Goldemberg e Ricardo Abramovay –, que elegerá os projetos vencedores do concurso.
Os interessados em participar podem acessar o edital do concurso.
1º Concurso de Ideias e Projetos Economia Verde
Inscrições até 31 de agosto
Leia também:
Especial Perspectivas 2010 – O Ano Zero da Economia Limpa
Especial Brasil Num Mundo de Baixo Carbono
quinta-feira, 29 de julho de 2010
No dia 20 de Agosto de 2010 às 19h30, a Rede Social Mogiana em parceria com o SENAC Mogi Guaçu realizará a Palestra – Voluntariado e Transformação Social que será ministrada por Silvia Maria Nacchache, coordenadora do Centro de Voluntariado de São Paulo (CVSP). A palestra acontece no SENAC Mogi Guaçu a Rua Sargento Osvaldo Fernandes, 144 no centro de Mogi Guaçu.
A participação é aberta ao público em geral e a entrada é gratuita. Inscrições e mais informações pelo telefone (19) 3019 1155 ou pelo email mogiguacu@sp.senac.br
Contamos com a participação de todos vocês, façam suas inscrições !!!!
As vagas são limitadas !!!
A participação é aberta ao público em geral e a entrada é gratuita. Inscrições e mais informações pelo telefone (19) 3019 1155 ou pelo email mogiguacu@sp.senac.br
Contamos com a participação de todos vocês, façam suas inscrições !!!!
As vagas são limitadas !!!
domingo, 25 de julho de 2010
Saudações verdes para meus amigos da rede.
Acho que faz uns 6 meses que eu fiz um twitter para min, com a finalidade de conhecer pessoas que fazem algo pelo meio ambiente e confesso que conheci muitas pessoas das quais valeu muito a pena e essa postagem se justifica que no twitter tem uma quantidade limitade de caracteres...
Atenciosamente
Danilo Palhares
@Bagrus
Acho que faz uns 6 meses que eu fiz um twitter para min, com a finalidade de conhecer pessoas que fazem algo pelo meio ambiente e confesso que conheci muitas pessoas das quais valeu muito a pena e essa postagem se justifica que no twitter tem uma quantidade limitade de caracteres...
Atenciosamente
Danilo Palhares
@Bagrus
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Econg realizará estudos sobre acidentes com animais silvestres na Marechal Rondon
09 de novembro de 2009
Para contribuir e amenizar os acidentes com animais silvestres (a segunda maior causa de mortes das espécies no Brasil), na região da Rodovia Marechal Rondon, a Econg estará realizando um estudo naquela via entre Bauru e Castilho na divisa com Mato Grosso do Sul, referenciando os pontos críticos de acidentes com animais silvestres, muitos deles já constando em listas como em extinção, desde mamíferos, aves, répteis e anfíbios.
Segundo João Flavio Guedes, engenheiro ambiental e membro do Conselho Diretor Técnico da Econg, “já é passada a hora de alguém realizar um estudo sério, científico e com propostas viáveis para possibilitar ações positivas, pois a perda de animais silvestres é muito grande, e vem junto com o perigo de acidentes fatais para os usuários, tudo é preocupante, vamos precisar de uma séria campanha de conscientização junto aos usuários das estradas, junto às comunidades vizinhas, instituições de ensino, clubes de serviço, indústrias que utilizam matéria-prima plantada às margens das rodovias, poder público e a imprensa regional, que consideramos grandes aliados, como tem sido em muitas outras campanhas ambientais que a entidade desenvolveu”.
A equipe da Econg vai percorrer a rodovia, documentando por intermédio de profissionais da área os locais mais propícios para a travessia de animais silvestres, os pontos que têm sido habitat ou fonte de alimentos, áreas de fuga, travessia, mesmo estando nos limites de áreas antropizadas, locais onde ocorre perda de grãos em cargas de caminhão que servem de alimentos aos animais, queimadas de cana às margens da rodovia, áreas de APP e matas ciliares, sinalização, georreferenciando todo o estudo para ações posteriores.
Segundo estudiosos do problema, o número de concessionárias que realizam monitoramento de animais silvestres é pequeno, não se dá importância, não se tem compromisso com o meio ambiente, em especial com a fauna silvestre brasileira, que a cada ano perde mais espécies importantes de sua biodiversidade.
Estes especialistas propõem algumas ações, como controle de velocidade nos locais de maior incidência de atropelamentos, sinalização vertical adequada, áreas de escape subterrâneas, alambrados para indução, legislações ambientais específicas para empreendimentos lineares, maior atuação política e da sociedade, e programas contínuos de educação ambiental com os usuários são fundamentais para mudar os índices de atropelamentos.
“O que não pode continuar acontecendo é essa barbárie nas estradas do estado e da região sem que ninguém tome providencias ou atitudes para sanar o problema, não se pode empurrar com a barriga esta situação, que, ao mesmo tempo em que é uma chacina contra a fauna, também coloca em risco a vida dos que transitam pelas rodovias, é preciso sim proteger a vida e proteger a vida de todos os seres vivos”, finaliza Roberto Franco, presidente da entidade ambiental.
Fonte: Jornal dia dia
09 de novembro de 2009
Para contribuir e amenizar os acidentes com animais silvestres (a segunda maior causa de mortes das espécies no Brasil), na região da Rodovia Marechal Rondon, a Econg estará realizando um estudo naquela via entre Bauru e Castilho na divisa com Mato Grosso do Sul, referenciando os pontos críticos de acidentes com animais silvestres, muitos deles já constando em listas como em extinção, desde mamíferos, aves, répteis e anfíbios.
Segundo João Flavio Guedes, engenheiro ambiental e membro do Conselho Diretor Técnico da Econg, “já é passada a hora de alguém realizar um estudo sério, científico e com propostas viáveis para possibilitar ações positivas, pois a perda de animais silvestres é muito grande, e vem junto com o perigo de acidentes fatais para os usuários, tudo é preocupante, vamos precisar de uma séria campanha de conscientização junto aos usuários das estradas, junto às comunidades vizinhas, instituições de ensino, clubes de serviço, indústrias que utilizam matéria-prima plantada às margens das rodovias, poder público e a imprensa regional, que consideramos grandes aliados, como tem sido em muitas outras campanhas ambientais que a entidade desenvolveu”.
A equipe da Econg vai percorrer a rodovia, documentando por intermédio de profissionais da área os locais mais propícios para a travessia de animais silvestres, os pontos que têm sido habitat ou fonte de alimentos, áreas de fuga, travessia, mesmo estando nos limites de áreas antropizadas, locais onde ocorre perda de grãos em cargas de caminhão que servem de alimentos aos animais, queimadas de cana às margens da rodovia, áreas de APP e matas ciliares, sinalização, georreferenciando todo o estudo para ações posteriores.
Segundo estudiosos do problema, o número de concessionárias que realizam monitoramento de animais silvestres é pequeno, não se dá importância, não se tem compromisso com o meio ambiente, em especial com a fauna silvestre brasileira, que a cada ano perde mais espécies importantes de sua biodiversidade.
Estes especialistas propõem algumas ações, como controle de velocidade nos locais de maior incidência de atropelamentos, sinalização vertical adequada, áreas de escape subterrâneas, alambrados para indução, legislações ambientais específicas para empreendimentos lineares, maior atuação política e da sociedade, e programas contínuos de educação ambiental com os usuários são fundamentais para mudar os índices de atropelamentos.
“O que não pode continuar acontecendo é essa barbárie nas estradas do estado e da região sem que ninguém tome providencias ou atitudes para sanar o problema, não se pode empurrar com a barriga esta situação, que, ao mesmo tempo em que é uma chacina contra a fauna, também coloca em risco a vida dos que transitam pelas rodovias, é preciso sim proteger a vida e proteger a vida de todos os seres vivos”, finaliza Roberto Franco, presidente da entidade ambiental.
Fonte: Jornal dia dia
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